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Quarta edição da Série "Cães no Sistema Prisional" aborda o treinamento e a atuação canina na Penitenciária de Osório

Trabalho realizado tem contribuído para a melhoria do ambiente e da segurança da casa prisional

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Imagem do grupamento com o cão
Parceria com os cães reforça a segurança nas operações - Foto: Seapen/Susepe divulgação
Por Neiva Motta/Asscom Susepe

Salete foi adestrada sob o comando do agente penitenciário e cinotécnico Fábio, que é integrante do Grupo de Intervenção Regional (GIR) da 1ª Delegacia Penitenciária Regional (Vale dos Sinos e Litoral). Aos quatro de idade, ela atua em operações de intervenção e é uma mistura de Pastor Alemão e Belga de Malinois. Em pouco tempo, Salete provou ser um cão policial mais que competente, cão de guarda inteligente e corajosa. "Fora do ambiente de trabalho, ela é muito calma, mas só quando está de folga", enfatiza Fábio.

Lotado na Penitenciária Modulada de Osório, o servidor treina mais um cão de faro de entropecentes, além disso instalou um timer para pulverizar água no canil, a fim de minimizar os efeitos do clima quente naquele espaço. "Há um projeto em andamento para reformular o canil, com cães mais jovens para auxiliarem na segurança das redes e nas operações de rotina", disse Fábio, que dedica cerca de duas horas de seu dia para treinos e manejos com os animais."Quem está na ponta da guia vê o impacto do preso quando se depara com um cão de intervenção", explica o agente penitenciário.

Imagem de cão e seu parceiro agente
Relação entre agentes e cães é de parceria e amizade - Foto: Seapen/Susepe divulgação

Durante a vida funcional, alguns cães recebem a denominação "cães de trabalho", seja os de intervenção, atuando no interior das casas prisionais, ou de "rede", atuando no controle dos pátios externos dos presídios. Mas todos auxiliam na segurança das casas prisionais do RS, além disso, alguns fazem o rafejo de materiais ilícitos. Esta série de matérias procura mostrar o trabalho dos cães e dos agentes penitenciários cinotécnicos que coordenam os trabalhos no canis prisionais do RS. 

Considerado o melhor amigo do homem, o cachorro está presente na maioria dos presídios, reforçando o trabalho do servidor penitenciário no combate à criminalidade. “Atualmente, cerca de 300 são patrimônio da Secretaria da Administração Penitenciária (Seapen) e da Susepe”, informa a servidora Vanessa Silva de Souza da Motta, responsável pela Seção de Cães de Intervenção Prisional do Departamento Administrativo da Susepe. E, como pudemos ver na série de reportagens realizada, contribuem decisivamente com a segurança e o bom ambiente nos estabelecimentos prisionais.

Secretaria da Administração Penitenciária