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Operação integrada das forças de segurança elucida em 48h morte de agente penitenciário

Coletiva das forças de segurança do RS aconteceu na manhã desta quarta-feira (09)

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09 06 reuniao segurança
Coletiva revela sucesso da operação integrada das forças de segurança do Estado - Foto: Carlos Vogt/ Polícia Civil
Por Gisele Reginato

Em 48 horas, o empenho das forças de segurança do Estado garantiu rápida resposta ao crime, ocorrido na última segunda-feira, que resultou na morte do agente penitenciário Clóvis Antonio Roman. Em ação na manhã desta quarta-feira (09), em Porto Alegre, o detento resgatado em Caxias do Sul foi encontrado morto e houve cinco prisões. Na operação integrada, atuaram Susepe, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias, Brigada Militar e Corpo de Bombeiros Militar do RS. Ainda pela manhã, coletiva de imprensa foi realizada com autoridades para detalhar o caso.

“Pela gravidade desse crime, é um atentado contra o Estado e contra a sociedade gaúcha. Por isso ainda na segunda-feira reunimos todas as forças de segurança e colocamos como prioridade absoluta o desfecho desse caso”, destacou o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior. Ranolfo também enfatizou que essa rápida resposta só foi possível pela dedicação incansável e pelo trabalho de excelência das forças de segurança, que contribuíram, cada qual com sua área, para a elucidação do fato.

Desde a morte do agente, servidores da Susepe, por meio da Divisão de Inteligência Penitenciária, do Grupo de Ações Especiais (GAES) e dos Grupos de Intervenção Regional (GIRs), além dos servidores da 7ª Delegacia Penitenciária (Serra), realizaram uma força tarefa interna nos estabelecimentos prisionais de Caxias do Sul, para coletar, analisar e transcrever dados, comparar informações internas para compartilhar com as demais forças da segurança pública.

“Foram 18 horas de operação de revista feita pelos servidores penitenciários no Presídio Regional de Caxias do Sul e na Penitenciária Estadual de Caxias do Sul, buscando informações para contribuir nas investigações da Polícia Civil e no trabalho da Brigada Militar. Trabalhamos forte na busca de dados”, ressaltou o secretário da Administração Penitenciária (Seapen), Mauro Hauschild. Além disso, ele enalteceu a rápida resposta dada à sociedade, mas, principalmente, uma resposta à família e aos servidores da Susepe. 

O superintendente da Susepe, José Giovani Rodrigues de Souza, registrou que, desde a morte do servidor, imediatamente GAES e GIRs foram deslocados à Penitenciária de Caxias do Sul para fazer as primeiras intervenções. “Gostaria de exaltar o trabalho da investigação e agradecer ao Ministério Público, ao Judiciário e às forças de segurança por essa pronta resposta”, pontuou.

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